sábado, outubro 04, 2008

quinta-feira, setembro 25, 2008

Relatos do dia 24 de Setembro

A população juntou-se nas ruas em redor do Parque 25 de Abril, em Alhos Vedros. As conversas giram todas em redor da agressão que ali ocorreu na terça-feira à noite, quando um grupo de 20/30 pessoas cercou o parque, roubou e espancou um grupo de jovens que ali se junta todas as noites.

«Isto é uma zona pacata», afirma Walter Pires, em alto e bom som, para todos os jornalistas, que ali ocorreram, ouvirem. Tem 63 anos de idade e desde os dois que vive na terra. «Isto é uma zona pacata», garante acrescentando que «o problema é o Vale da Amoreira».

O morador confessa que, há muitos anos que existe rivalidade entre a Baixa da Banheira e Alhos Vedros, «mas «nunca houve nada assim. No meu tempo, ainda durante a guerra em Angola», recorda, «íamos às festas populares e éramos expulsos à pedrada. Claro que, em seguida, pagávamos da mesma moeda quando eles vinham aqui».

«Isto não vai ficar assim», comentavam os populares, temendo que os próximos dias tragam mais problemas. Já na noite de terça-feira, após ter sido dado o alerta, a população juntou-se e saiu em defesa dos rapazes da terra. Conseguiram mesmo apanhar alguns dos agressores e estes não ficaram de boa saúde. Outros foram mesmo atingidos a tiro, porque durante a fuga, invadiram propriedades privadas, cujos donos responderam de arma na mão.

«Polícia já tinha sido alertada»

António é o proprietário do café «Atrium», a poucos metros do Parque 25 de Abril. «Os que conseguiram fugir «entraram aqui a correr e a pedir ajuda. Só diziam que estavam a ser agredidos e assaltados». Depois de chamada a polícia, «os que estávamos aqui fomos em direcção ao jardim», conta.

«Quando chegámos não vimos ninguém, porque estavam atrás do edifício da biblioteca. No entanto, quando nos aproximamos começaram a correr e a fugir na direcção do cais», relata o proprietário do café. «A terra é calma, todos se conhecem e, por isso, temos este sentimento de entreajuda que nos levou a ir atrás do grupo».

António ressalva a rápida intervenção policial. «A PSP e a GNR foram muito rápidos a chegar». Aliás, conta a mesma fonte, «o grupo de 20/30 pessoas já tinha sido visto. Quem os viu, da Baixa da Banheira em direcção a Alhos Vedros, reparou que tinham bastões nas mãos e avisou alertou a polícia». Ou seja, «já havia, pelo menos, um carro na rua por precaução e foi rápido a chegar».

In: Diario.iol.pt


Pancadaria no parque

Uma pergunta. Um jardim cercado por 20/30 pessoas. E um grupo de jovens que viveu «um verdadeiro filme» de pancadaria.

quarta-feira, setembro 24, 2008

Assalto e agressões a jovens em Alhos Vedros

Um grupo de cerca de 30 jovens da Baixa da Banheira deslocou-se na terça-feira à noite a Alhos Vedros para um ajuste de contas, segundo o Major Duarte Jacinto da GNR disse à TSF.

Os rapazes com paus e tacos de basebol desencadearam a perseguição aos jovens de Alhos Vedros desde o Parque 25 de Abril ao Parque das Salinas, tendo-lhes alegadamente roubado objectos pessoais.

Várias patrulhas da GNR de Alhos Vedros e de postos vizinhos, de elementos da PSP da Baixa da Banheira fizeram uma perseguição aos elementos do grupo agressor, que dispersou.

Foram capturados e detidos 13 jovens com idades entre os 16 e os 20 anos que, depois de identificados, terão de se apresentar em tribunal.

Foi apreendido um bastão, admitindo-se que, na fuga, os jovens se tenham desembaraçado dos paus e tacos que traziam.

Dois rapazes ficaram feridos devido a tiros de caçadeira e foram encaminhados para o Hospital do Barreiro.

www.tsf.pt (com som)

www.sic.pt (com vídeos)

quarta-feira, setembro 10, 2008

Protesto: Ruído do café "São Lourenço" em Alhos Vedros

in: alhosvedrosaopoder:

Boa tarde
Esta é uma situação que nós moradores da Rua Major José Luis Fernandes em Alhos Vedros, estamos a levar ao conhecimento de todas as autoridades competentes, e como tal, sendo leitor do bloque aqui vai, nesta rua em alhos vedros existe um café que tem permisão para funcionar até as 2 da manhã, sendo uma rua pedonal esta a imaginar o que por lá se passa, temos barulho fora e dentro do café, depois de alguma queixas as autoridades, a CMM diz que os tecnicos falaram com os moradores, o que é Mentira, ja tentamos de tudo , não queremos acreditar que o facto do café ser propriedade do filho do Barbeiro do Sr. Presidente da Autarquia tenha alguma coisa a ver. Embora o proprietario tenha dito que tinha a Camara Comprada, e esta afirmação tenha ficado nos autos da GNR. Vamos passar a segunda fase da nossa luta, vamos ver se agora a Junta de Freguesia que ate agora não respondeu aos moradores, a Camara, O Governo Civil nos ajudam a poder ter o nosso d
escanso, que é um direito que nos assiste.

Mais uma se prova que , quem tem amigos em lugares certos na CMM se safa.

Miguel S.

terça-feira, agosto 26, 2008

Câmara cede terreno em Alhos Vedros!



Câmara da Moita Cede terreno à Misericórdia de Alhos Vedros para Unidade de Cuidados Continuados Integrados.

A Câmara Municipal da Moita aprovou, recentemente, a cedência de uma parcela de terreno, em direito de superfície, à Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros. Este terreno, com uma área de 7 500m2, situado no Bairro Gouveia, em Alhos Vedros, e com um valor estimado de 375 000 euros, destina-se à construção de uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados, no âmbito da Rede Nacional de Cuidados Continuados.

Segundo a autarquia da Moita, "a importância do equipamento, inexistente no Município da Moita, levou a Câmara Municipal a associar-se a este projecto de cariz social da Santa Casa da Misericórdia de Alhos Vedros que será pioneiro no distrito de Setúbal".

Futura unidade terá capacidade para 60 camas

A futura unidade terá capacidade para 60 camas, distribuídas em 10 camas pela Unidade de Cuidados Paliativos, pela Unidade de Média Duração e Reabilitação e pela Unidade de Longa Duração e Manutenção. Será igualmente criada uma unidade de ambulatório – Unidade de Dia e Promoção da Autonomia – com 30 postos.

Serviços de apoio à comunidade

É intenção da Santa Casa da Misericórdia instalar também serviços de apoio à comunidade, no âmbito da prestação de cuidados de saúde, nomeadamente com uma zona laboratorial, unidade de medicina física de reabilitação, consulta aberta de clínica geral e consulta de especialidade ligada à área de geriatria.

In: Rostos

terça-feira, julho 22, 2008

Suiniculturas de Alhos Vedros na Assembleia da República

O Deputado Luís Carloto Marques, membro do MPT eleito nas listas do PPD/PSD, pelo Círculo Eleitoral de Setúbal, efectuou na Assembleia da República, uma pergunta escrita ao Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento sobre as suiniculturas da Barra Cheia, Freguesia de Alhos Vedros, Concelho da Moita. O Deputado perguntou ao governante que diligências têm sido tomadas para que os suinicultores daquela região cumpram a lei.
Recorde-se que os residentes naquela região têm apelado sistematicamente a diversas autoridades para travar as aparentes ilegalidades efectuadas pelas suiniculturas.
Numa última intervenção dos populares, e na sequência de novos incidentes sobre o meio ambiente, a Inspecção Geral do Ambiente deu 10 dias à CCDR-LVT para que se pronunciasse sobre os factos denunciados pelos moradores.

Outras informações acerca desta pergunta escrita podem ser consultadas neste endereço electrónico

segunda-feira, julho 21, 2008

A Moita e a bolha imobiliária

O fiasco da Moita

A maior suspensão de pagamentos de uma empresa na história da economia espanhola tem o seu retrato na Moita. Os residentes da área da Grande Lisboa conhecem--na pelos sinais de degradação. O futuro aponta-a para arqueologia industrial ou dormitório com sobressaltos pelos vizinhos bairros problemáticos. Para a Martinsa- -Fadesa, que ali possui 137 mil metros quadrados de terrenos alegadamente urbanizáveis, a Moita surge numa visão idílica como paraíso do imobiliário: ‘A 25 minutos de Lisboa e do aeroporto, está rodeada de campos de golfe e do novo aeroporto que ficará em Alcochete, apenas a 20 minutos’.

Desconhece-se se Fernando Martín Álvarez, presidente da Martinsa-Fadesa, já visitou alguma vez a Moita, onde é hábito dizer que se vai aos toiros. Indiscutível é que foi colhido pela crise. O império, avaliado há poucos meses pela Richard Ellis em 11 804 milhões de euros, teve de solicitar à justiça a suspensão de pagamentos depois de não conseguir arranjar banco que lhe emprestasse 150 milhões de euros para compromissos imediatos. E isto porque as dívidas a cerca de 70 entidades financeiras ascendem a 5289,8 milhões de euros. Na realidade, descontada a ‘borbulha do imobiliário’, especialistas afirmam que a Martinsa-Fadesa não tem património sequer para responder por metade das dívidas.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, julho 18, 2008

Os moradores do Vale da Amoreira, queixam-se de falta de segurança e pedem reforço do policiamento

No final de Junho, três jovens foram baleados naquele bairro. Os disparos provocaram também danos em viaturas particulares que se encontravam no local.

Há vários anos que a Câmara municipal da Moita disponibilizou um terreno para a construção de uma esquadra no Vale da Amoreira, mas, para já, a oferta da autarquia não foi aproveitada pelo Governo.

O terreno está lá no Vale da Amoreira, diz o presidente da Câmara da Moita, mas a construção de uma esquadra não depende da autarquia, lembra João Lobo.

A Renascença já contactou o Ministério da Administração Interna mas, até ao momento, não obteve nenhuma resposta sobre as queixas de insegurança no Vale da Amoreira, na Moita.

Atrasos na implementação do Programa de Bairros Críticos

O presidente da Câmara e de algumas associações que trabalham naquela zona dizem que há atrasos na implementação do programa de bairros críticos no Vale da Amoreira, na Moita.

O Vale da Amoreira é um dos bairros da área metropolitana de Lisboa abrangido naquele programa de qualificação e reinserção urbana e que foi aprovado pelo Governo em 2005.

Ao olhar para o Vale da Amoreira, o presidente da Câmara da Moita não tem dúvidas, a implementação do programa de bairros críticos está atrasada, diz João Lobo.

O autarca aponta o dedo à falta de coordenação entre os diferentes ministérios envolvidos no programa de bairros críticos.

Quem também está cansado de esperar é o presidente da associação cabo-verdiana do Vale da Amoreira, Emílio Brasão.

Também os moradores e comerciantes gostariam de ver o bairro requalificado.

A Renascença contactou o Instituto de Reabilitação Urbana. A coordenadora do Programa de Bairros Críticos sublinha que alguns projectos já arrancaram no Vale da Amoreira. Virgínia Sousa admite, no entanto, alguns atrasos motivados pela candidatura a fundos comunitários.

A coordenadora do Programa garante ainda que os ministérios envolvidos nesta medida estão a trabalhar de forma coordenada.

In: RR

terça-feira, julho 15, 2008

Moita já pode pedir 5 milhões

A Câmara da Moita, liderada pela CDU, já tem autorização do Tribunal de Contas para contrair um empréstimo de 5,1 milhões de euros. A entidade presidida por Guilherme d’Oliveira Martins recusou, contudo, o primeiro pedido de visto do contrato no passado mês de Abril.

Este é o primeiro visto dado pelo Tribunal de Contas com a nova regulamentação da Lei das Finanças Locais (LFL). Resta saber se esta decisão servirá de exemplo para outros pedidos similares.

A autarquia da Moita reformulou o plano de saneamento financeiro da Câmara e recomeçou o processo com o mesmo pedido de valores. Ou seja, ao abrigo do Decreto-Lei 38/2008, referente à LFL. Na primeira versão, a Câmara da Moita sustentava o pedido de empréstimo por se tratar de um desequilíbrio financeiro conjuntural e não estrutural, à semelhança do defendido pela capital quando solicitou um visto para empréstimo de 360 milhões de euros, entretanto, recusado.

O autarca da capital, António Costa (PS), interpôs recurso ao contrário da Câmara da Moita que fez um novo pedido. O executivo comunista da Moita recorreu ao novo Decreto-Lei 38/2008 da LFL e teve o seu visto aprovado. No diploma é referido que "os municípios que se encontrem em situação de desequilíbrio financeiro conjuntural devem contrair empréstimos para saneamento financeiro, tendo em vista a reprogramação da dívida [...], desde que o resultado da operação não aumente o respectivo endividamento líquido".

O empréstimo destina-se a saldar dívidas de curto prazo, entre 2005 e 2007. O maior credor é a ADSE com 1,2 milhões de euros. O presidente da Câmara, João Lobo, destacou ao CM que a decisão resulta do esforço da autarquia.


Fonte: Correio da Manhã

quarta-feira, julho 02, 2008

Vereador do PSD na Moita ficou sem e-mail durante cinco meses

Quando ontem entrou no seu gabinete na Câmara da Moita, o vereador eleito pelo PSD, Luís Nascimento, levava consigo a "esperança" de já ter acesso à Internet e à respectiva caixa postal, das quais esteve privado durante cinco meses. Diz que foi um "castigo" da maioria CDU por ter enviado informações a um blogue da terra. À hora de fazer o teste à navegação esboçou um sorriso: "Hoje é um dia especial. Finalmente, isto funciona", disse. Mas depois de aceder à caixa do correio electrónico ficou incrédulo ao constatar que tinha 240 e-mails enviados pelos serviços da autarquia por abrir.

"Já viu a quantidade de eventos a que faltei por falta de informação?", questionou, à medida que ia lendo os e-mails, sentado na única secretária que ocupa o seu gabinete erguido numas águas furtadas, com cerca de dez metros quadrados, sem ar condicionado, no qual é impossível permanecer depois das 11.00 durante o Verão, mas onde chove como na rua cada vez que a precipitação aperta.

Lamentou não ter estado no baile social dos trabalhadores municipais, desconhecer ainda as novas extensões telefónicas e as ementas da cantina, mas o que mais lhe "dói" foi ter faltado à conferência sobre economia e energia, onde participou o "pai do satélite português", Carvalho Rodrigues, que teve lugar a 29 de Maio. "Cheguei a marcar presença em alguns eventos porque tive informações por outras vias e quinzenalmente pedia a impressão de alguma agenda da câmara", revelou.

Segundo o autarca 'laranja'- a câmara da Moita tem cinco eleitos CDU, dois PS e um vereador do Bloco de Esquerda -, foi o seu desempenho na "liderança da oposição" que levou a maioria a cortar-lhe a acesso à net, bem como ao representante do Bloco de Esquerda, com quem afirma dar-se "lindamente". "Eu enviei uma informação a um blogue ´Alhos Vedros ao Poder´ e cortaram-me a net a 8 de Fevereiro. Por isso, hoje é um dia histórico", sustentou, apesar de não ter uma impressora.

Questionada pelo DN sobre o assunto, a maioria comunista, pela voz do vereador Rui Garcia, afirma que Luís Nascimento "está a tentar criar um facto político", argumentando que se tinha 240 e-mails para ler "é porque vai pouco à câmara". Contudo, o autarca reconhece que tem havido problemas informáticos na câmara devido à "migração de servidores para a plataforma tecnológica Setúbal Península Digital", um projecto coordenado pela Associação de Municípios do distrito. "Houve ajustes e perderam-se ligações", revelou Rui Garcia.|

Fonte: DN

sábado, junho 21, 2008

Buraco IV

Este é o meu 4º post sobre este buraco. Relembro que ele já é buraco pelo menos desde FEVEREIRO, já la vão 4 meses.


Exma.
Senhora Presidente da Assembleia de Freguesia
Senhora Presidente da Junta de Freguesia

Assunto: Buraco na Via Pública

Os eleitos do partido socialista na Assembleia de freguesia de Alhos, vem a quem de direito solicitar informação escrita sobre:

Para quando:

A Reparação do buraco existente já há dois meses na via pública na Rua Artur de Paiva entroncamento com a Rua Alves Roçada, junto á dependência do Banco Espírito Santo no bairro Gouveia.
Detecta-se no local e através da foto anexa o incomodo e o perigo para os automobilistas que utilizam o local, tal como para os transeuntes que tem que utilizar o respectivo passeio.

Atenciosamente:

José Augusto Ribeiro Moura
Inácio do Rosário Ferreira
Vítor Manuel Almeida Ascenção

Fonte:alhosvedrosaopoder.blogspot.com

sexta-feira, maio 30, 2008

A REFER acaba de demolir a Estação de Alhos Vedros

A vontade destruidora da REFER prevaleceu. A Estação da CP, em Alhos Vedros, acaba de ser demolida.
Logo pela manhã, a população começou a ver os preparativos para a derrocada, pelo desventrar do edifício, com a retirada de portas e janelas. Depois avançaram as rectroescavadoras para a demolição completa, como a foto documenta.

As pessoas que passavam no local e outras alertadas para a destruição da Estação que estava a ser feita, nada puderam fazer, impotentes, assistiram à consumação do acto pela REFER, ao final de um sonho de quem quis defender e preservar um património valioso para a sua terra.

Uma dessas pessoas era a presidente da Junta de Freguesia de Alhos Vedros. Fernanda Gaspar que, triste e revoltada, nos disse:
“Mesmo assim, valeu a pena termos lutado contra esta demolição, mas lamentamos profundamente e revolta-nos o procedimento da REFER de nem sequer responder às nossas solicitações, ainda ontem voltámos a pedir uma reunião urgente, sem a devida atenção daquela empresa. Como se vê, a REFER não valoriza o património e destrói o da CP”.

Fonte: O Rio

quinta-feira, maio 29, 2008

DIA 29-05 PELAS 22 HORAS ENCONTRO NA ESTAÇÃO DE ALHOS VEDROS


Vamos exigir a deslocalização do Novo Apeadeiro de Alhos Vedros, DEIXANDO A ESTAÇÃO INTACTA E NO MESMO LOCAL.

É um dever de TODOS OS QUE VIVEM EM ALHOS VEDROS E ARREDORES MANTEREM A ESTAÇÃO INTACTA.

DIA 29-05 PELAS 22 HORAS ENCONTRO NA ESTAÇÃO DE ALHOS VEDROS.

NÃO FALTES!

quarta-feira, maio 28, 2008

terça-feira, maio 27, 2008

sexta-feira, maio 09, 2008

Trabalhadores Comunistas – Moita

"Enquanto trabalhadores, lançamos um desafio ao Vereador Vitor Cabral: denuncie publicamente o que sabe, se é que sabe alguma coisa. Lançar acusações infundadas e deixar pontas soltas ao sabor da especulação não prestigia a Câmara Municipal da Moita e nem a política. O dever de um Vereador é também zelar pelo bem-estar dos trabalhadores e pelo cumprimento das mais elementares regras laborais.”

Cá estamos à espera!

Será que isto tem alguma coisa a ver com cicloturismo?

quarta-feira, maio 07, 2008

Buraco em frente ao BES III

O buraco continua por lá, cada vez está pior!

terça-feira, abril 15, 2008

Campo do CRI

Segundo parece o problema da construção de um novo campo de futebol (pelado) no CRI está dependente de uma camioneta para transportar a terra para lá e de uma máquina para a espalhar.

Porra!!!!

Já não falo só da Câmara, falo também dos construtores que tenham este equipamento. Só pensam em construir casas e não colaboram em nada!

domingo, abril 13, 2008

Buraco em frente ao BES - II

Já passaram mais duas semanas e o problema está lá,... igual, sem ninguém fazer nada. Será que a Presidente da Junta não informa quem deve? ou só usa a nova ponte?

sábado, abril 05, 2008

Buraco em frente ao BES

Quem mora daquele lado da linha já conhece o problema do buraco crónico existente junto à antiga passagem de nível no Bairro Gouveia e agora em frente ao nóvel banco BES.

Sempre que as terras cedem, lá volta o problema. Agora (em finais de Fevereiro) cederam e abriram um buraco enorme. Foi colocada sinalização quando o perigo já espreitava no inicio de Março, estamos em Abril, e o problema está lá, sem que seja resolvido.

Será que ninguém com um carrito da nova frota híbrida da Câmara M.Moita passa por ali?

quinta-feira, março 20, 2008

João Lobo com os Cubanos

In: ACN
"Em Portugal continuam as ações em favor dos Cinco antiterroristas cubanos presos políticos nos Estados Unidos. Lá se criou outro conselho local de solidariedade com esses patriotas.

A fundação deste comitê teve lugar no município Moita, a 30 quilômetros de Lisboa, durante um ato em que vizinhos desse povoado e dos municípios de Alcochete, Setúbal e Almada, demandaram a libertação dos Cinco Heróis, refere hoje Granma digital.

O ato contou com a presença Jorge Castro Benítez, embaixador da Ilha, de João Lobo, presidente da Câmara municipal, e Armanda Fonseca, presidente da Associação de Amizade Portugal-Cuba, que expressou satisfação por esta iniciativa.

Lobo referiu e explicou as ilegalidades e injustiças que pesam sobre o caso dos Cinco e o significado da luta do povo cubano, bem como das mostras de solidariedade que merece.

Por sua vez, Jorge Castro, agradeceu aos presentes este gesto e expressou a coincidência do ato, com o aniversário 130 do Protesto de Baraguá contra o Pacto do Zanjón, que pretendia manter o colonialismo da Espanha sobre a Ilha. "

Fontes: ACN + Granma digital(Original em espanhol)

segunda-feira, março 17, 2008

Fiquei parvo com a situação

Ao ver a reportagem da TVI sobre o grupo de algarvios, que o presidente da Câmara de Vila Real de Sto. António, proporcionou a ida a Cuba para serem operados ás cataratas fiquei ESTUPEFACTO.
- Não sabia desta possibilidade.
- Já me tinha apercebido que estávamos atrasados, mas tanto? e em relação a Cuba?
- O Sr.Presidente da Câmara algarvia é do PSD.

Então e as Câmaras Comunistas? Não têm nada programado? Não seria mais fácil para eles?
Hóh João Lobo, Mas que merda é esta?

quinta-feira, março 06, 2008

A.A.A.A. da Moita recebeu uma ordem de despejo


A Associação Amigos dos Animais Abandonados da Moita recebeu uma ordem de despejo da proprietária dos terrenos da Quinta do Império em Alhos Vedros tendo oito dias para recorrer sob ameaça de abate dos mais de 350 animais.

Alda Galvão, da associação, anuncia que já foi encontrada uma advogada para defender o caso, que tentará prolongar o tempo da acção de despejo até que as obras do novo abrigo sejam concluídas.

Esta defensora dos direitos dos animais relembra aos proprietários dos terrenos que cederam o espaço que a associação não se recusa a sair, somente precisa de mais tempo para concluir as obras do novo abrigo.

Isabel Lopes, vice-presidente desta associação afirma que não compreende a atitude da proprietária pois, inicialmente não havia problema nenhum: «Ela sempre se mostrou solidária e interessada na acção da associação e agora mostrou não ter escrúpulos nenhuns».

A Associação atravessa uma situação crítica pois não tem dinheiro para sustentar a alimentação dos mais de 350 animais e para custear as obras do novo abrigo e os custos de tribunal, não tendo ajudas de ninguém para remediar esta situação, o que põe em causa a vida dos mais de 350 animais que estão ao abrigo desta instituição, que podem ser todos abatidos pela Câmara Municipal da Moita.

Esta instituição já iniciou a construção de um novo abrigo, mas as obras têm estado paradas por falta de mão-de-obra, materiais de construção e dinheiro.

A Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita realiza pedidos de ajuda pela Internet, em estabelecimentos comerciais e em eventos sobre animais podendo as pessoas ajudar através de doações monetárias no Millenium BCP, em duas contas com o NIB 0033000000284443383-05 ou 0035 0579 00699924300-45.

Ao adoptar um animal ou apadrinhar um com pequenas doacções monetárias para sustentar o dia-a-dia do animal, está também a ajudar esta instituição.

O voluntariado é também uma outra opção de ajuda, e pode ser-se voluntário a cuidar dos animais, a ajudar nas obras da nova associação e a oferecer materiais de construção: areia, cimento, tijolos, telhas zincadas, tábuas de madeira e painéis de vedação.

Por último, pode também fazer-se doações de cobertores, trelas, produtos de limpeza - lixívia e detergentes, desinfectantes, compressas, algodão e outros materiais indispensáveis à manutenção de uma associação animal.

Fonte: Lusa

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

domingo, janeiro 27, 2008

Algumas novidades nesta pasmaceira local

Temos aí o Carnaval de Alhos Vedros á porta com novidades.
O Vítor Cabral saiu da Velhinha e o carnaval não vai acabar (parece mentira mas é verdade). Temos já rainha eleita pela vontade popular (consultar www.sfrua.web.pt pois o blog do Vítor sobre a SFRUA foi encerrado, agora é privado só para os amigos dele!!!!).

O Campo do CRI continua na mesma, andam mais de 100 miudos a treinar num campinho de futebol de 7. Enquanto a Câmara da Moita faz campos relvados para o Barreirense jogar no Vale da Amoreira.

A nova ponte sobre a linha do combóio não têm iluminação (quem quiser passar por lá á noite a pé, verifique os erros que lá estão (existem outros que vou revelar mais tarde).

Sempre que for necessário ir ao "Modelo" de Alhos Vedros de carro, vamos primeiro á Baixa da Banheira e voltamos, será que vai ficar assim para sempre?

O João Lobo agora só dá entrevistas ao "Rostos" e ao "Açoriano Oriental" sobre a compra de cinzeiros para os funcionários do partido,... desculpem da Câmara.

Se quiserem saber mais voltem aqui, mais tarde.

Abraços do vosso amigo CONDE DE ALHOS VEDROS.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Conto sobre a liberdade

Excelente conto publicado no jornal ORIO pelo Carlos Vardasca (que porra de nome). Acho que teremos dentro de pouco tempo um novo romancista (antes terá que pensar num nome "artístico").
Gostei da forma com descreve aquilo que todos nós por estas bandas sentimos.

Aqui vai:

Os habitantes de Vila Maior há muito que andavam inquietos, principalmente a população mais esclarecida ou mais idosa que já não se revia naquilo que diziam ser o seu “Partido”, uma vez que diziam que as novas gerações que dele se tinham apoderado em Vila Maior, já não eram dignas das suas tradições de luta e de preocupação para com os mais desfavorecidos, que fora em tempos uma das suas características. Dizia-se na Vila que andavam muito engravatados, que ostentavam sinais exteriores de riqueza muito estranhos e que já não tinham como amigos os seus companheiros de escola nem os velhos fragateiros e corticeiros, mas os industriais e os construtores civis da região, colocando-se ao lado destes contra as populações que foram vendo as suas terras desvalorizadas em seu favor, sendo estas obrigadas a vendê-las por uma ninharia para depois aqueles as trocarem por milhões.

O descontentamento começou a ser mais evidente quando um movimento de agricultores de Vila Maior se insurgiu contra a tentativa de desvalorização das suas terras, e à proibição de construírem nas mesmas pequenas habitações para os seus familiares, enquanto tudo era permitido a alguns construtores civis que posteriormente se apoderavam delas então valorizadas, e nelas construíam através de protocolos firmados com o presidente da câmara de Vila Maior a troco de outros favores.

A tudo isto não ficou alheio o jornal local, “O RIACHO”, que começou a questionar determinados comportamentos daqueles que se diziam representantes do povo de Vila Maior mas que o apunhalavam pelas costas, dando voz ao descontentamento das populações e às restantes forças vivas da terra, que se insurgiam nas suas páginas contra a especulação imobiliária e à tentativa de enriquecimento de alguns daqueles que ajudaram a eleger, através de benefícios concedidos aos seus amigos da área do betão.

Com alguns dos seus militantes a sentirem-se incomodados com as irregularidades cometidas pelos seus dirigentes; com as populações de Vila Maior incluindo a rural em constante protesto e o jornal local a insurgir-se contra aquelas práticas que em nada dignificavam as tradições de luta daquelas gentes, o “Partido”, que geria os destinos daquela Câmara decidiu tomar medidas e pôr cobro a todo aquele descontentamento, sugerindo alguém, numa das suas reuniões restritas e longe da maioria dos militantes, (que decerto iriam reprovar aquelas práticas) que se recorresse aos mesmos métodos que já vinha sendo hábito utilizar quando se tratava de eliminar ou humilhar alguém que passasse a discordar das suas orientações oficiais.

Tudo teria que ser efectuado de uma forma discreta, para que os seus mentores pudessem continuar a passear-se por Vila Maior (cumprimentando as suas populações somente em dias festivos) como se nada tivessem a ver com o que iria ocorrer.
A solução passaria por isolar o líder da contestação rural assim como silenciar o jornal “O RIACHO”, que diziam agora (depois de lhes ter sido fiel durante uns bons tempos) ser o jornal oficial da contestação às negociatas do “Partido” e da Câmara de Vila Maior com os especuladores imobiliários, e de protesto contra aqueles que lhes faziam o frente.

Quanto ao líder da contestação rural, o “Partido” deu orientações aos seus escribas para criarem na blogosfera um site onde aquele cidadão seria ofendido e a sua vida pessoal enxovalhada, de forma a desencorajá-lo a continuar a denunciar os atropelos e a violação dos mais elementares direitos de cidadania, de que se fazia notícia em Vila Maior.

Quanto ao jornal local, a coisa teria que ser tratada de uma forma muito mais discreta. Sabendo o Presidente da Câmara de Vila Maior das dificuldades em manter um jornal com aquelas características e sabendo de algumas das formas de financiamento do mesmo, ordenou, em primeiro lugar e aproveitando-se das estruturas partidárias que controlava, que todos os militantes do seu “Partido” deixassem de comprar o “RIACHO” e de enviar para lá os seus artigos de opinião, e que todos os organismos dependentes daquela câmara reduzissem (de forma gradual, para não dar muito nas vistas) o envio de publicidade institucional para as suas páginas.

Por outro lado, e sabendo que determinado construtor e um empresário apoiavam financeiramente o “O RIACHO” mas que ao mesmo tempo necessitavam dos seus favores, o presidente da Câmara de Vila Maior convidou-os para um almoço informal, onde lhes propôs, a dado passo, que, se quisessem continuar a beneficiar dos seus favores teriam que cancelar todos os apoios financeiros ao “RIACHO”, lembrando ao primeiro que, por ser um pequeno construtor e por os seus terrenos se situarem na jurisdição da sua Câmara, que a sua futura urbanização iria depender da sua assinatura, mas também da concretização da proposta que lhe acabava de fazer.

Como se não bastasse este atentado à liberdade de informação, o “Partido” de Vila Maior encomendou aos blogueiros por si fabricados que encetassem uma companha de difamação contra o director de o “RIACHO”, denegrindo a sua imagem que dantes veneravam, só porque o mesmo fez daquele jornal um espaço de liberdade, pluralidade e de isenção ao que aqueles há muito não estavam habituados.

E é assim que, passados que são alguns anos da sua existência, vemos mais uma vez ser colocada uma mordaça à democracia e montado um cerco à liberdade de expressão, com o anunciado fim de o “RIACHO”, desencadeada por aqueles que também já a sofreram mas que parece dela já se terem esquecido.

Carlos Vardasca

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Curioso... não é o que se passa também pela Moita?

"PCP interpela Governo sobre repressão

O PCP vai interpelar o Governo por causa do «ambiente propício à repressão e atitudes persecutórias» que o Governo está a criar. O deputado Bernardino Soares diz que é o primeiro-ministro que está por detrás desta situação.

O PCP vai interpelar, esta quarta-feira, o Governo a propósito do «ambiente propício à repressão e atitudes persecutórias» que os comunistas entendem que o Executivo está a criar.

Como exemplo deste ambiente que está a ser criado, o líder da bancada comunista lembra as situações em que os «patrões sentem total impunidade quando comprimem o direito dos trabalhadores e sindicatos».

Na opinião de Bernardino Soares, é mesmo o primeiro-ministro que cauciona este tipo de políticas, nomeadamente com as iminentes aprovações das leis sobre a Segurança Interna e Investigação Criminal.

«Vai no sentido da sua politização e da sua possível instrumentalização para fins políticos. E como sabemos que o Governo pratica uma política fortemente lesiva da democracia social e económica sabemos que não hesita em lançar mão a instrumentos que limitam a democracia política», explicou.

Por isso, é preciso «tolerância zero se queremos defender um Estado democrático, livre e em que todos os direitos, dos trabalhadores, dos estudantes, dos partidos políticos e da intervenção política e sindical, possam ser protegidos e acautelados como valor máximo da nossa democracia e liberdade»."

In: TSF

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